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Alexandre da Cunha

[Rio de Janeiro, 1969. Vive e trabalha em Londres]

Em seus trabalhos, Alexandre da Cunha normalmente utiliza objetos comuns de procedências diversas, como toalhas de praia, rodas de carro ou utensílios domésticos, para criar suas esculturas e instalações. Parte significativa de seus trabalhos recentes faz referência direta ao legado geométrico-construtivo do Modernismo brasileiro. Entretanto, embora esses trabalhos sejam estilisticamente próximos dessa produção, retêm, fundamentalmente, o mesmo princípio da “colagem” de diferentes ready mades que caracteriza sua obra como um todo. Alexandre da Cunha participou de diversas exposições internacionais, incluindo a Bienal de Veneza (2003), a San Juan Triennial (2009) e a coletiva Panamericana (2010). Este ano, integra a 30a Bienal Internacional de São Paulo. Seu trabalho integra o acervo de importantes coleções públicas e privadas, como o Instituto Inhotim (Brasil) e a Tate Modern (Reino Unido).